O presente trabalho trata da apresentação e comparação de dois métodos de dimensionamento da espessura de uma luva de material compósito para reparo de uma tubulação, da indústria off-shore, que apresenta corrosão externa e relevante perda de espessura. O primeiro método de dimensionamento é orientado segundo a norma ISO/PDTS 24817 (Reparos de compósitos para dutos de indústrias de petróleo, petroquímicas e de gás natural – Qualificação, projeto, instalação, teste e inspeção) que resume basicamente no cálculo da espessura do reparo e o comprimento axial do reparo respectivamente. O outro método de dimensionamento é a teoria da parede fina que determina a espessura do reparo levando em conta a tensão admissível e a pressão de contato entre a tubulação e o compósito. Os resultados apontam considerável diferença dos valores obtidos pelos dois métodos, tendo a teoria da parede fina obtido um resultado dimensionamento da espessura do reparo 136,33% maior que o valor obtido pelo dimensionamento realizado pela ISO, podendo este ser considerado insuficiente para que o defeito seja devidamente corrigido, o que levaria a um possível vazamento que poderia gerar danos.